Em 2020 fomos todos surpreendidos com a força devastadora de um vírus.

Todos os setores da nossa vida cotidiana forma afetados: nossa convivência social se alterou profundamente, nosso trabalho foi impactado e, em especial, toda nossa economia.

Pensando estritamente na economia, a atual conjuntura já concatenou no fechamento de 5 milhões de postos de trabalho, encarrilhada, principalmente, pela brutal queda no setor de serviços, que teve baixa de 11,7% em abril.

Essa conjuntura caótica provocada pela Covid-19 tem potencializado a inadimplência e o endividamento das famílias brasileiras.

Mas esse momento é particularmente diferente de situações de crise tradicionais, porque o agente que fomenta a continuidade da crise, ao mesmo tempo incapacita ações tradicionais de retomada da saúde econômica.

À vista disso, parece ser uma questão de bom senso que os prestadores de serviços e demais empresários optem pela renegociação de dívidas de seus clientes, especialmente aquelas deflagradas durante a pandemia.

Essa atitude, além da solidariedade que reverbera, pode ajudar a fidelizar clientes que, em tempos de normalidade, são bons pagadores.

Fonte: g1.globo.com